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29/04/2021

O AIMPLAS desenvolve projetos formativos para introduzir a impressão 3D nos hospitais, desenvolver novos materiais e resolver os desafios ambientais e na construção.

Financiados pelo programa Erasmus+, o AIMPLAS desenvolve os projetos ALADDIN, ADIUVA e TAB4BUILDING para dar resposta aos desafios na saúde, ambiente e construção.

Financiado pelo programa europeu H2020 Marie Sklodowska-Curie, o projeto STIBNITE tem como objetivo desenvolver semicondutores orgânicos avançados.

O AIMPLAS participa em diferentes projetos cofinanciados pelo programa Erasmus+ da União Europeia, bem como num projeto financiado pelo programa europeu H2020 Marie Sklodowska-Curie. O seu objetivo comum é, através da formação de profissionais, introduzir os materiais plásticos e as suas tecnologias em setores nos quais podem aportar um valor acrescentado, como o da saúde, o ambiente ou a construção.

No caso do ALADDIN, o AIMPLAS coordena um projeto cujo principal objetivo é introduzir nos hospitais a tecnologia de fabrico aditivo (ou impressão 3D), que oferece inúmeras vantagens ao setor da saúde, como a personalização ou a rapidez na produção. Uma das principais barreiras para a sua integração neste âmbito é a falta de formação e, para tal, o projeto propõe a criação de um programa formativo específico dirigido a dois perfis: o pessoal hospitalar e os estudantes de engenharia que, desta forma, se possam incorporar no setor da saúde.

No projeto participam outros cinco parceiros: a também espanhola Plataforma de Innovación en Tecnologías Médicas y Sanitarias (ITEMAS), a incubadora belga Jobs@skills, o Advanced Manufacturing Research Centre do grupo AMRC, o Translational Medical Device Lab & Health Innovation Hub Ireland (HIHI) da Universidade de Galway (Irlanda) e a associação belga The European Hospital and Healthcare Federation (HOPE).

O ADIUVA é um projeto coordenado pela Università degli studi di Genova, no qual também participam a Universidad Politécnica de Valencia e a Universidade de Aberdeen, juntamente com o AIMPLAS e mais dois parceiros industriais: Pale Blue Dot Energy e Taverna del Vara. O seu objetivo é dar resposta aos desafios ambientais através da formação do corpo docente e dos estudantes em degradação e reciclagem de materiais plásticos. Uma das chaves para garantir a transferência dos resultados para a indústria é a multidisciplinaridade dos participantes. Além disso, contar-se-á com uma plataforma digital cooperativa e aberta (ADIUV-E) na qual os resultados estarão disponíveis.

O projeto consta de uma primeira fase de aquisição de conhecimentos técnicos e competências transversais (soft skills) por parte dos estudantes e de uma segunda fase dedicada ao trabalho individual em casos reais, cujos resultados serão partilhados através da plataforma digital.

TAB4BUILDING O objetivo principal é oferecer formação a arquitetos, engenheiros civis e construtores sobre o uso de compósitos no setor da construção, uma vez que foi detetada uma carência de formação sobre a utilização destes materiais que oferecem tantas vantagens, como a sua resistência, durabilidade ou baixo custo.

Coordenado pela Silesian University of Technology (SUT) da Polónia, conta com a participação de outros quatro parceiros além do AIMPLAS: a Federación Valenciana de Empresarios de la Construcción (FEVEC), o 3s Research Laboratory da Áustria, a área de construção da Câmara de Comércio da Eslovénia (Gospodarska Zbornica Slovenije) e a associação patronal da construção grega Panhellenic Association of Engineers Contractors of Public Works (PEDMEDE). Além disso, a European Industry Construction Federation (FIEC) colabora no projeto para difundir o programa formativo entre outras federações europeias do setor da construção.

O resultado do projeto será uma formação única para ambos os perfis profissionais, que combinará a modalidade presencial e online, com uma duração de 24 meses.

O AIMPLAS também participa noutro projeto que gira em torno da formação. Trata-se do STIBNITE, um programa formativo e de investigação financiado pelo programa europeu H2020 Marie Sklodowska-Curie, que integra os métodos e esquemas próprios da química com outros importados da engenharia e da física, com o objetivo de desenvolver semicondutores orgânicos avançados.