Plásticos e fogo
O fogo constitui uma das forças da natureza com maior poder destrutivo. Os danos que causa justificam os esforços da sociedade para reduzir as probabilidades de que um incêndio não controlado se inicie.
Na luta contra o fogo, distinguem-se duas estratégias fundamentais: a erradicação dos incêndios uma vez produzidos e a prevenção através da proteção dos materiais.
No campo da prevenção, foram modificados materiais, concebidos aditivos e implementadas normativas e regulamentos para evitar que o primeiro elemento exposto à fonte de ignição se inflame, diminuindo as probabilidades de que o incêndio se chegue a produzir.
O setor da proteção contra o fogo tem sido impulsionado pelo contínuo desenvolvimento de novas normativas, especialmente em materiais plásticos. De facto, parte das soluções alcançadas até hoje são fruto da procura de alternativas para superar as exigências das distintas normativas que um produto deve cumprir para poder ser comercializado.
Além disso, atualmente a normativa também tem em conta outras questões como a reciclabilidade, o impacto ambiental das substâncias utilizadas, a toxicidade das substâncias libertadas durante o incêndio, etc.
Em resumo, a grande variedade de fatores que intervêm num incêndio, a legislação e a própria inércia do mercado que propicia desenvolvimentos técnicos baseados em problemas concretos, fazem com que seja impossível encontrar um retardador de chama universal.
No AIMPLAS, os nossos técnicos especialistas em plásticos ignífugos trabalham no desenvolvimento de soluções adaptadas tanto às normativas como às distintas exigências do mercado.
Se quiser saber mais sobre retardadores de chama, o processamento de polímeros FR e ensaios e normativa de resistência ao fogo, descarregue o Guia Plásticos e Fogo elaborado pelos nossos especialistas.
