Plásticos resistentes ao fogo: Como ignifugar materiais plásticos
O AIMPLAS é especialista em gerar novos conhecimentos e tecnologias úteis para as empresas, com o objetivo de as ajudar a aumentar a sua eficácia e competitividade. Um dos campos de investigação em que está a trabalhar é o desenvolvimento de novas tecnologias para retardadores de chama em plásticos, oferecendo as seguintes competências:
Ignífugos sustentáveis baseados em recursos renováveis
Atualmente, é fundamental a síntese de novos materiais a partir de recursos renováveis para garantir um elevado compromisso com o ambiente.
O AIMPLAS possui uma vasta experiência em bioplásticos. Além disso, recentemente tem-se dedicado ao desenvolvimento de retardadores de chama baseados em matrizes naturais como o amido, quitosano ou gelatina. O AIMPLAS propõe uma alternativa aos ignífugos halogenados que se baseia em compostos derivados de fósforo e azoto.
O departamento de síntese apresenta grande capacidade para a produção à escala dos aditivos ignífugos que podem ser aplicados a processos de revestimento, cura e extrusão de polímeros, para assim obter produtos com melhores características ignífugas.
O departamento está a trabalhar em projetos nacionais e europeus destinados a explorar os resíduos de origem natural com o objetivo de obter bioaditivos. Em concreto, o projeto BIOFUEGO está focado no desenvolvimento de retardadores de chama 100% naturais, uma vez que são sintetizados a partir de recursos renováveis.

Síntese direta de aditivos químicos e blocos de construção
A dispersão de aditivos em matrizes de polímeros é uma técnica comum para alcançar propriedades específicas em produtos plásticos finais. Por outro lado, a copolimerização é outra técnica para adicionar propriedades específicas mediante a adição de um novo bloco de construção, como comonómeros na cadeia de polímero.
O departamento de síntese possui uma vasta experiência na funcionalização de substratos tanto em química orgânica como inorgânica; também possui o conhecimento e a capacidade para desenvolver, caracterizar e escalar a produção de compostos químicos para serem utilizados como aditivos diretos em matrizes de polímeros ou comonómeros em processos de copolimerização.
O AIMPLAS colaborou em vários projetos para a síntese de produtos com elevado valor acrescentado. O projeto FLASH está atualmente em desenvolvimento com o objetivo de produzir polímeros ABS com propriedades ignífugas mediante a aplicação de comonómeros funcionalizados e o uso de novos aditivos com propriedades retardadoras de chama.
Modificação e encapsulação de nanopartículas para ignifugar polímeros
O AIMPLAS participou em diferentes projetos relacionados com a encapsulação de agentes com diferentes propósitos, como antitumorais, antimicrobianos, repelentes de insetos e retardadores de chama mediante processos de inclusão ou veiculação.
A modificação orgânica das nanopartículas permite aumentar a distância entre a estrutura inorgânica e conduzir a um composto mais compatível com a matriz polimérica, promovendo assim a difusão do aditivo no processo de mistura. Além disso, desta forma, aumenta a termoestabilidade do composto encapsulado e melhora-se a sua interação com o polímero.
Modificação de cadeias poliméricas
No AIMPLAS possuímos uma vasta experiência na modificação de matrizes poliméricas com o objetivo de melhorar os desempenhos mecânicos e químicos do produto final. Para alcançar as modificações foram utilizadas diferentes técnicas como a funcionalização direta ou a extrusão reativa (REX).
O departamento de síntese trabalhou em diferentes projetos dirigidos às indústrias envolvidas em campos como a embalagem, transporte, medicina, etc.
No AIMPLAS oferecemos soluções às empresas para cumprir a regulamentação existente no que diz respeito a plásticos ignífugos.