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Tecnologias

Valorização de resíduos marinhos

Atualmente, é crucial para mitigar o impacto ambiental e preservar os ecossistemas aquáticos.

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A valorização dos resíduos marinhos representa um desafio na sua globalidade, desde a recolha, armazenamento e logística dos mesmos, até aos processos de separação e reciclagem.

Além disso, a tipologia dos resíduos recolhidos é muito heterogénea, dependendo da zona de atuação, bem como da quantidade possível de recolher.

Os resíduos provenientes dos nossos mares e oceanos são um desafio para a sua valorização por diversos motivos:

  1. Encontram-se num estado de degradação muito elevado devido às condições climáticas adversas que sofreram, alta salinidade, radiação solar e temperaturas extremas, por exemplo. . O que complica a obtenção de material reciclado de qualidade através dos processos tradicionais.
  2. Mistura de materiais que podemos encontrar.
  3. Necessidade de identificação na origem, nas instalações, dos diferentes fluxos de resíduos recebidos. Além da necessidade de inovação em processos e equipamentos de separação ou uma combinação de ambos.
  4. Heterogeneidade dos resíduos marinhos, encontrando desde embalagens de qualquer tipo e proveniência, até eletrodomésticos, ou todo o tipo de utensílios de pesca perdidos.

Soluções

Na AIMPLAS, temos grande experiência nesta temática, procurando soluções em toda a cadeia de valor dos resíduos marinhos, pelo que oferecemos aconselhamento sobre este fluxo de resíduos para os seguintes pontos:

  1. Legislação relacionada e tendências em Espanha e na Europa.
  2. Logística de recolha focada, dependendo da origem do lixo marinho.
  3. Melhores tratamentos de separação em instalações de seleção e reciclagem.
  4. Fabrico de produtos finais e valor acrescentado para a sua introdução no mercado.
  5. Caracterização pela tipologia de resíduo.

Testes em instalações-piloto para estudar e verificar o melhor caminho para conseguir a valorização destes resíduos:

  1. Condicionamento dos resíduos plásticos de qualquer morfologia (trituradores, cortadores e dilaceradores).
  2. Tecnologias de separação que nos dão a oportunidade de aproveitar as características e propriedades dos resíduos (separação por infravermelho próximo (NIR), propriedades densimétricas em meio aquoso ou por fluxo de ar e pelas suas propriedades eletrostáticas, por exemplo).
  3. Aumento de propriedades por aditivação.
  4. Possibilidade de incorporar material reciclado de outro fluxo de resíduos, conseguindo um produto final 100% reciclado.
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